Testo Simpatia - Sid

Testo della canzone Simpatia (Sid), tratta dall'album Simpatia

Bendita é o fruto do nosso rap, irmão
Vejo o mundo desmoronar lá fora
Enquanto aqui dentro meu peito aperta
E a fama não passa de uma nota musical que a minha voz não acerta
Nunca vou esquecer quem fechou, antes do show, loto as casa de festa
E quem duvidou posso garantir que vai morrer de boca aberta
Mudei meus planos, mudei meu mapa
Mudei de sonhos, mudei de etapa
Mudei de vida e mudei de rumo
Eu só não mudou o flow porque se não o Sid me mata
Já não durmo tem alguns dias
Já não brigo tem alguns meses
Já não bebo tem alguns anos
Já errei milhares de vezes
Carrego a responsa da ideologia porque ninguém quis carregar
Meu sonho é fazer poesia, não pegar no mic pra te criticar
É uma pena que a carapuça caiba
Eu só canto pra que todo mundo saiba
Que a vida é curta e n'é só curtição
Porque quando surta a diversão acaba
Muitos amam apontar o dedo
Poucos gostam de se olhar no espelho
Porque a raiva ainda é maior que o medo
E o amor ainda é menor que o ego
Meu talento é filho do ócio
Sou daqueles que rói o osso
Corro atrás poque sei que posso
E nunca me esqueci como é o fundo do poço
Nunca vou pagar simpatia pra quem no passado um dia me fodeu
Nunca vou largar na lama quem um dia de verdade ainda me amou
Talvez nunca me perdoem pelos pecados que eu cometi contra Deus
Então fique a vontade que taque a primeira pedra quem aqui nunca errou
Nunca vou pagar simpatia pra quem no passado um dia me fodeu
Nunca vou largar na lama quem um dia de verdade ainda me amou
Talvez nunca me perdoem pelos pecados que eu cometi contra Deus
Então fique a vontade que taque a primeira pedra quem aqui nunca errou
E eu tenho pena de gente preguiçosa
Dos imperativo, sinto agonia
Porque infelizmente a mente rancorosa
Mas a minha meta é espalhar alegria
De estupidez, eu tenho alergia
De arrogância, eu sinto nojo mermo
Porque dois bicudo sabe, não se beija
E basta minha arrogância mermo
O mundo tá estranho e ultimamente eu me sinto um estranho no ninho
Obrigado a todos que me recusaram
Graças a vocês eu fiz tudo sozinho
Não sou um campeão de berço
Meu talento é um terço, meu esforço é o resto
Trabalho honesto pra alcançar o que vejo
Se eu não te amo, então eu te conheço
Sou oito ou oitenta, tudo ou nada
Só entro se o jogo é na vera
Ando com raiva do mundo, me sinto um árabe na primavera
É a cena do crime sem álibi
É a alma do álbum Killa Bee
Eu rimo pra mostrar o que senti
Eu não vou escrever o que 'cê espera
Tu só bota a cara pra falar dos outro'
Não trabalha muito, então não tem lucro
Eu trabalho quieto e quando sai é mudo
Por isso não sabe se eu ganho muito
Mudar a cena ainda é meu intuito
O hip-hop ainda é meu instituto
Tiveram que chamar o substituto
Porque o rap ainda tá vivendo um luto
Eu não matei teu rapper favorito
Foi ele que se matou na letra
Tava achando que o mic é pirulito
Acabou beijando a escopeta
Meu caderno é um lugar restrito
Foi com sangue que eu deixei isso escrito
O que tem na minha cabeça n'é bonito
Mas é combustível pro poeta
Nunca vou pagar simpatia pra quem no passado um dia me fodeu
Nunca vou largar na lama quem um dia de verdade ainda me amou
Talvez nunca me perdoem pelos pecados que eu cometi contra Deus
Então fique a vontade que taque a primeira pedra quem aqui nunca errou
Nunca vou pagar simpatia pra quem no passado um dia me fodeu
Nunca vou largar na lama quem um dia de verdade ainda me amou
Talvez nunca me perdoem pelos pecados que eu cometi contra Deus
Então fique a vontade que taque a primeira pedra quem aqui nunca errou



Credits
Writer(s): William Cardoso Nobre, Lucas Luan Queiroz Alves Da Cunha
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