Testo Depois Do Sol - Dalsin

Testo della canzone Depois Do Sol (Dalsin), tratta dall'album Trema

São quase cinco horas da tarde, e você tá acordando agora?
Não, eu acordei às quatro
Que horas que você foi dormir?
Fui dormir umas 7h30
Ontem eu fiquei escrevendo, eu fiz uma letra
Aí, fico... eu trabalho de madrugada, né?
Eu só tenho inspiração assim de madrugada
Então, literalmente eu escrevo de madrugada
E quando acordo eu copio ideias que eu escrevi
De madrugada, já sobre efeito de alguns whiskey
Então aí de manhã, eu acordo
Falo: Não, esse aqui exagerei muito
Aqui tá muito, tá muito louco demais
Eu vou... aí de tarde eu armo mais a coisa
Audio clandestino, 2012
DamassaCrew
Perto do inicio, o vício pinta com a fumaça
O teto cega o lustre, piso lindo
Dentre as linhas eu escorrego
E se é prego eu pego, jamais pedra fica sobre pedra
Maretada de direita na vista esquerda te cega
A rima trava, zica braba, vento frio aqui faz mal
Tô na sacada e toma forma, a sombra escura do varal
Longe de Sampa, o portão tranca, beat que fortalece
Voz que canta, mina santa liga, se não dá, desde
Na lei soa, tô à toa voa, Senado louco
Nós na barca, muita farta, traga e vai soltando aos pouco
Pick-up engate, dog late, avisa a viagem curta
Genon que blase, o Berzigate capotou na Dutra
Liga leve 17, mexe golfe sentadão
Playboy com a mina, enche a narina, branca, fina no sapão
Rever pra que? Nem quero ver, no rolê de Golzão
Tiago na fuga, as mina suga, e no pai negão Cezão
Já falei que tem que ser, se não ser, vai ficar
Depois que o bonde parte, fica foda pra voltar
Muito vai acontecer, muito vai se passar
O que os olhos vê lá no rolê, no rolê vai ficar
Já falei que tem que ser, se não ser, vai ficar
Depois que o bonde parte, fica foda pra voltar
Muita coisa vai acontecer, muito vai se passar
O que no rolê os olhos vê, no rolê vai ficar
Vinha pira, os mano vira um doze pra entrar
Um qualquer, passo batido, mas nem ligo
Deus proteja os que tiver, visto o capuz, entro na fé
Garra sobe, fudeu Zé, sumiu, nem vi
Morro sem se ver se freei com o pé
Cobra criada, maloqueiro, mente blindada, asquerosa
Esquento companheiro, vinho adoça a prosa
Pouca ideia, cordão de ouro, shorts
Conjunto da Urban
O libriano, filho de Shirley, nascido 9 de outubro
Sobre o poste, linha norte, ponto blues
Luz amarela, quem é de lá faz oração
Quem é daqui acende vela
Passo curto, menor fumo, rouba a brisa, meu vani
Natural, preto é igual, bandidinho, pulãozinho
Tic tac, lock bate, abro a porta mas me calo
Bate a meta, chega em casa, senta costurado
Toma água no gargalo, mas acordado na fita
Madruga foda, lek roda se na fuga não for zika
Já falei que tem que ser, se não ser, vai ficar
Depois que o bonde parte, fica foda pra voltar
Muito vai acontecer, muito vai se passar
O que os olhos vê lá no rolê, no rolê vai ficar
Já falei que tem que ser, se não ser, vai ficar
Depois que o bonde parte, fica foda pra voltar
Muita coisa vai acontecer, muito vai se passar
O que no rolê os olhos vê, no rolê vai ficar
É treta mesmo, Julieto usa veneno
Abusa quando tá tendo, e acusa essa situação
Os menino tão escrevendo com base no que tão vendo
Na base desses pequeno, futuro da geração
Tudo é fase com base no caso me passe
Sua mãe te espera em casa como se adiantesse
O tempo passasse e não mudasse
Se o estudo alegasse, ficasse mudo, sem voz
Sentindo à sóis entre nós, acorda pra vida
Sonhar é muito mais o que cê faz embaixo dos lençóis
Já são dez anos após, ter conhecido, ouvido
Pela primeira vez
Desde então sou freguês, hoje um refrão por mês
De nada mais eu duvido, eu sou agradecido
Em todos sentidos, pelo o que o rap fez em mim
Molecote fudido, sem din', eu vim com a esperança
E no fim do pote esperando que ela me esgote enfim
Sabendo que a sorte não é dote
Neurótica, ela nunca dá bote
Tive que ser forte pra morte, me encontrar no caminho
Rezando com o radinho ligado, no slim shade
Pra que mais um novinho não cheire
Isso foi fundamental sim
Comecei indisponível e saí no sonzinho
Dos pó rapidinho, tipo assim
Eles iam tentar te reduzir à MC bom
Quando eu vi, tinha feito um som com o Dalsin



Credits
Writer(s): Philippe Fernandes Johonson Do Reis
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